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Testemunhos

O QUE ELES
Disse sobre ele

Quando morre um ser humano, suas obras deixam de ter continuidade, salvo em três casos: uma caridade permanente, um conhecimento benéfico e um filho virtuoso que implore a Deus por ele.” (Musslim, Tirmizi e Nassá'i

John Adair

Autor de “The leadership of Muhammad” (A liderança de Muhammad). Diretor de estudos sobre liderança das Nações Unidas na Escola Superior de Personalidades em Turín.

“No pensamento islâmico, os líderes modelo eram simultaneamente dignas e humildes, capazes de ver e inspirar e ao mesmo tempo devotos ao serviço das pessoas. Conforme avancem na leitura deste guia, serão capazes, ao menos assim espero, de julgar por si mesmos de como Muhammad conseguiu estar tão perto deste ideal (que se tornou claro em mais de uma ocasião na sua vida, ajusta-se bem ao que conhecemos como verdade universal sobre a natureza e a prática da liderança”

William Montgomery Watt

(1909 a 2006) Historiador escocês e professor erudito de Estudos Islâmicos e Árabes na Universidade de Edimburgo. Autor de “Muhammad at Mecca” (Muhammad em Meca), Oxford, 1953, pág. 52

“Sua predisposição a submeter-se a perseguições baseadas em suas crenças, a elevada conduta dos homens que acreditavam nele e o consideravam um líder, a grandeza de seu último resultado – tudo isso - demonstra sua integridade fundamental. Nenhum personagem histórico é tão apreciado no Ocidente como Muhammad”.

Mahatma Gandhi

(1869 a 1948) Líder político e espiritual do movimento independente da Índia.

“Desejava conhecer esta pessoa que ainda hoje mantém um domínio indiscutível sobre os corações de milhões de pessoas. Convenci-me rapidamente de que não foi através da espada que o Islam se expandiu nas situações cotidianas daqueles dias. Foi a rígida simplicidade, absoluta distinção do Profeta Muhammad, o escrupuloso cumprimento de seus compromissos, a intensa devoção por seus amigos, companheiros e seguidores, sua coragem, audácia, absoluta confança em Deus e na sua própria missão. Quando terminei o segundo volume do livro sobre sua vida me desanimou não ter mais volumes para seguir lendo sobre sua apaixonante e extraordinária vida”.

William Durant

(1885 a 1981) Historiador, flósofo e escritor. Autor de “The Story of Civilization” (A história da Civilização), parte 4, volume 4, página 25

“Seu nome que signifca “o louvado” foi muito usado nas passagens bíblicas que prediziam seu advento. Muhammad nunca foi conhecido como escritor, porém, seu aparente analfabetismo não o impediu de compor o Sagrado Alcorão que lhe foi revelado e que é considerado o livro mais famoso e eloquente escrito em língua árabe, nem o impediu de adquirir uma compreensão sem precedentes sobre a liderança dos homens, que poucas vezes se pode encontrar em pessoas por mais educadas que sejam”

Alphonse de Lamartine

(1790 a 1869) Poeta, escritor e político. Historie de La Turquie (História da Turquia), Paris, 1854, Volume II, Página 276/277.

Filósofo, orador, apóstolo, legislador, guerreiro, conquistador mediante idéias, restaurador de dogmas racionais, do culto sem imagens, fundador de um império que se baseia num único império espiritual: esse é Muhammad. Levando em conta os parâmetros que medem a grandeza humana, deveríamos perguntar: existe algum homem maior que ele?”

Johann Wolfgang Von Goethe

(1749 a 1832) Grande poeta e escritor alemão

“É Profeta e não poeta. Assim, pois o Alcorão deveria ser considerado como Lei Divina e não como livro de um ser humano para educar ou entreter”

Leo Tolstoy

(1828-1910) Famoso escritor russo. Autor do livro "Guerra e Paz".

“Não há dúvidas que o Profeta Muhammad foi um dos grandes reformistas que liderou sua nação e a livrou dos conflitos e divergências e a guiou para a tranquilidade e paz e impediu o derramamento de sangue e o sacrifício de vidas (coisas que os árabes não tinham antes do Islam). Ele abriu as portas do desenvolvimento e da civilização para sua nação. Esta grande tarefa só pode ser realizada por um grande homem que merece grande respeito e admiração

Thomas Carlyle

(1795 a 1881) Historiador, flósofo e autor de “Heroes and Hero Wordship and the Heroic in History” (Heróis e o culto ao herói e o heroísmo na história).

Como um só homem pode unir tribos guerreiras e povos nômades beduínos na nação civilizada mais poderosa em menos de duas décadas”
Nota: Thomas Carlyle tentou fazer um gráfco da evolução do intelecto humano utilizando personagens históricos como coordenadas e outorgou ao Profeta Muhammad um lugar especial no livro, no capítulo que levava por título “Heróis como Profeta”. Em sua obra, Carlyle, declarou sua admiração como agente hegeliano da reforma com uma apaixonada defesa de Muhammad

Reverendo Reginald Bosworth Smith

“Muhammad e Muhamadaismo” Londres, 1874, página 92.

"Chefe de Estado e da Igreja. César e Papa, porém, sem os direitos do Papa e de César, excluir por repetição, sem um exército permanente, sem guarda pessoal, sem palácio, sem remuneração. Se alguém pode dizer alguma vez que orientava segundo o Direito Divino, esse era Muhammad, pois ele ostentava todo o poder sem dispor por isso de meios nem de apoio algum. A simplicidade de sua vida privada era equivalente à de sua vida pública”

Maurice Bucaille

(1920-1998) Médico francês especialista em gastroenterologia. Membro da Sociedade Francesa de Egiptologia e autor do livro "A Bíblia, o Alcorão e a Ciência"

“Eu estudei o Alcorão com imparcialidade e espírito livre, e me espantou a concordância dos textos do Alcorão com a ciência moderna. E se observarmos o nível de conhecimento na época de Muhammad torna-se impossível considerar que os fatos científcos citados no Alcorão sejam escritos por um ser humano. Como pode uma pessoa analfabeta revelar esses fatos científcos sem nenhum erro? Um exame totalmente objetivo do Alcorão à luz do conhecimento moderno leva-nos a reconhecer o acordo entre os dois"